Masculino



Definición de Masculino

Proveniente del latín masculīnus, la palabra Masculino relaciona a todo lo que comprende ser Hombre. Un Hombre o ser humano Varón es aquel que posee todo el aparato reproductor que es capaz de insertar en un ovulo la esperma “Gameto Masculino” en un ovario femenino “Gameto Masculino” para crear un “Cigoto” el cual será la creación que surgirá de un proceso de fecundación y maduración de un embrión dentro del cuerpo femenino que se le conoce como Embarazo.

Cuando hablamos de Masculino nos referimos a un Género completamente opuesto al género Femenino. El cuerpo humano de sexo masculino posee mayor cantidad de músculos desarrollados, respecto al ser humano de sexo femenino, voz gruesa, conducta más ruda que puede llegar a violenta. El hombre no se preocupa tanto por los detalles como la mujer, por lo que el sexo masculino es tosco, ordinario y más estándar que la mujer.

En Biología, como ya lo habíamos mencionado, el sexo masculino es el productor del Gameto Masculino, esta célula es la llamada “Espermatozoide” el cual posee toda la información que pueda aportar el género masculino al proceso de reproducción.

Otro campo fundamental en donde se aplica la terminología “Masculino” es en la gramática, la importancia de género en el área es esencial para darle características a algo que se está definiendo, el termino masculino y femenino deben ser aplicados con fundamento, ejemplo: Es correcto decir “El azúcar” a “La azúcar” ya que las características de la palabra indican que es necesario utilizar como genero el masculino.

El machismo es la exaltación exagerada de lo masculino, que implica actitudes y prácticas que resultan ofensivas para las mujeres y lo femenino.

Masculino

Masculino es un adjetivo que en español se utiliza con diferentes significados, según se utilice para definir un concepto biológico, sociológico o gramatical:

  • En biología, se utiliza para denominar al sexo masculino, uno de los fenotipos sexuales en que se divide la población en las especies con reproducción sexual. El sexo masculino se define por la existencia de testículos, las gónadas masculinas, que producen los gametos masculinos, células reproductivas especializadas, como los espermatozoides. Se representa con el símbolo ♂ (Unicode: U+2642), un círculo con una flecha orientada hacia el cuadrante superior derecho, correspondiente al símbolo de Marte, dios romano representando por un escudo y una lanza. [ 1 ] ​
  • En sociología, se utiliza para denominar al género masculino, asignado tradicional y mayoritariamente al varón; define los roles y estereotipos relacionados con la condición de hombre y puede variar en distintas culturas. Se suele asociar a ciertas vestimentas, modos de lucir el cabello o el rostro, modos de hablar o caminar, roles sociales especialmente asignados, valores morales, etc.
  • En gramática se denomina género masculino a uno de los varios géneros gramaticales (femenino, masculino, neutro, ambiguo, común y epiceno) existentes en algunos idiomas, generalmente referidos a los sustantivos. En el caso de nombres de seres vivos, no siempre existe correlación entre el género gramatical y el sexo. [ 2 ] ​ La regla del masculino genérico, es una regla gramatical del idioma español, que prescribe utilizar el masculino cuando se mencionan grupos de cosas de ambos géneros: por ejemplo, «mañana deben votar los ciudadanos de este país». El género masculino no es necesariamente homogéneo entre distintos idiomas.

Masculinidade

Masculinidade é um conjunto de atributos, comportamentos e papéis geralmente associados a meninos e homens. A masculinidade é construída socialmente, mas composta por tanto fatores socialmente definidos quanto biologicamente inerentes, [ 1 ] [ 2 ] [ 3 ] distintos da definição do sexo biológico masculino. [ 4 ] [ 5 ] Ambos homens e mulheres podem exibir traços e comportamentos masculinos. Aqueles que exibem características masculinas e femininas são considerados andróginos e filósofos feministas argumentaram que a ambigüidade de gênero pode confundir a classificação de gênero. [ 6 ] [ 7 ]

Traços masculinos incluem coragem, independência e assertividade. [ 8 ] [ 9 ] [ 10 ] Esses traços variam conforme o local e contexto e são influenciados por fatores sociais e culturais. [ 11 ] Uma ênfase excessiva na masculinidade e no poder, muitas vezes associada a um desrespeito pelas consequências e responsabilidades, é conhecida como machismo. [ 12 ]

Índice

As qualidades, características ou papéis masculinos são considerados típicos ou apropriados para um menino ou homem. Há graus de comparação: «muito masculino» e «mais masculino», e o oposto pode ser expresso por «não-másculo» ou «epiceno». [ 13 ] Semelhante à masculinidade é a virilidade (do latim vir, «homem»). O conceito de masculinidade varia histórica e culturalmente; embora o Dândi tenha sido visto como um ideal de masculinidade do século XIX, é agora considerado efeminado pelos padrões modernos. [ 14 ] As normas masculinas, como descrito na Masculinity Reconstructed («Masculinidade Reconstruída») de Ronald F. Levant, são «evitação da feminilidade», emoções restritas, sexo desconectado da intimidade, busca de realização e status, auto-suficiência, força e agressividade e homofobia». [ 15 ] Estas normas reforçam o papel de gênero associando atributos e características a um gênero. [ 16 ]

O estudo acadêmico da masculinidade recebeu atenção crescente durante o final dos anos 1980 e início dos anos 90, com o número de cursos sobre o assunto nos Estados Unidos subindo de 30 para mais de 300. [ 17 ] Isso desencadeou a investigação da interseção da masculinidade com outros eixos de discriminação social e conceitos de outros campos, como a construção social da diferença de gênero. [ 18 ]

Desenvolvimento Editar

Em muitas culturas, apresentar características não típicas do seu sexo pode ser um problema social. Na sociologia, esta rotulagem é conhecida como suposições de gênero e faz parte da socialização para satisfazer os costumes de uma sociedade. O comportamento não padronizado pode ser considerado indicativo de homossexualidade, apesar da expressão de gênero, a identidade de gênero e a orientação sexual serem amplamente aceitas como conceitos distintos. [ 19 ] Quando a sexualidade é definida em termos de escolha de objeto (como nos estudos iniciais da sexologia), a homossexualidade masculina é interpretada como efeminação. [ 20 ] A desaprovação social da masculinidade excessiva pode ser expressa como «machismo» [ 12 ] ou por neologismos como «envenenado por testosterona». [ 21 ]

Natureza versus criação Editar

A medida em que a masculinidade é inata ou adquirida é debatida. A pesquisa genômica produziu informações sobre o desenvolvimento de características masculinas e o processo de diferenciação sexual específico do sistema reprodutivo humano. O fator determinante do testículo (também conhecido como proteína SRY) no cromossomo Y, crítico para o desenvolvimento sexual masculino, ativa a proteína SOX9. [ 22 ] SOX9 trabalha com a proteína SF1 para aumentar o nível de Hormônio antimülleriano, reprimindo o desenvolvimento feminino enquanto ativando e formando um loop que se autoalimenta com a proteína FGF9; Isso cria as cordas dos testículos e é responsável pelas células de Sertoli que ajudam na produção de espermatozóides. [ 23 ]

Como uma criança desenvolve identidade de gênero também é debatido. Alguns acreditam que a masculinidade está ligada ao corpo masculino; Nesta visão, a masculinidade está associada à genitália masculina. [ 24 ] Outros sugeriram que, embora a masculinidade possa ser influenciada pela biologia, é também uma construção cultural. Pesquisas recentes têm sido feitas sobre o auto-conceito de masculinidade e sua relação com a testosterona; Os resultados mostraram que a masculinidade não só difere em diferentes culturas, mas os níveis de testosterona não prevém o quão masculino ou feminino o indivíduo se sente. [ 25 ]

Masculinidade tóxica é uma descrição estreita e repressiva da masculinidade que a designa como definida por violência, sexo, status e agressão, [ 26 ] é o ideal cultural da masculinidade, onde a força é tudo, enquanto as emoções são uma fraqueza; sexo e brutalidade são padrões pelos quais os homens são avaliados, enquanto traços supostamente «femininos» — que podem variar de vulnerabilidade emocional a simplesmente não serem hipersexuais — são os meios pelos quais seu status como «homem» pode ser removido. [ 27 ] Alguns do efeitos da masculinidade tóxica estão a supressão de sentimentos, encorajamento da violência, falta de incentivo em procurar ajuda, perpetuação da cultura do estupro, homofobia, misoginia. [ 28 ] racismo e machismo. [ 29 ]

A masculinidade tóxica é também tema recorrente do psiquiatra e autor norte-americano Frank Pittman, especialmente as maneiras pelas quais a masculinidade tradicional literalmente prejudica os homens (Pittman, 1993). Os homens vivem sete anos menos do que as mulheres, têm taxas de mortalidade mais altas por homicídio, suicídio e acidentes além de serem as maiores vítimas de câncer de pulmão e cirrose. Pittman enfatiza que as normas da masculinidade exigem que a própria masculinidade seja perseguida por toda a vida. Pittman relaciona a masculinidade tóxica a homens que foram criados por mulheres sem terem um modelo masculino. [ 30 ]

Nas últimas três décadas, cientistas sociais e o público em geral examinaram o conceito de masculinidade tóxica, enfocando atributos tradicionalmente masculinos que muitos perceberam como prejudiciais não só para as mulheres, mas também para os homens e para a sociedade. Em uma meta-análise de 78 estudos, incluindo 19.453 participantes, pesquisadores da Indiana University Bloomington e a Nanyang Technological University, em Cingapura, encontraram associações modestas mas negativas entre um número de normas masculinas e resultados de saúde mental. Essas normas sociais «masculinas» incluíam o desejo de ganhar, a necessidade de controle emocional, comportamentos de risco, violência, dominância, promiscuidade sexual, auto-suficiência, alta importância atribuída ao trabalho, poder sobre as mulheres, desprezo pela homossexualidade e busca por status. [ 31 ] As três normas que os pesquisadores descobriram ter os efeitos negativos mais consistentes sobre a saúde mental dos homens foram a auto-suficiência, a busca por promiscuidade sexual e poder sobre as mulheres. [ 31 ]

Masculino

Masculino es un adjetivo que en español se utiliza con diferentes significados, según se utilice para definir un concepto biológico, sociológico o gramatical:

  • En biología, se utiliza para denominar al sexo masculino, uno de los fenotipos sexuales en que se divide la población en las especies con reproducción sexual. El sexo masculino se define por la existencia de testículos, las gónadas masculinas, que producen los gametos masculinos, células reproductivas especializadas, como los espermatozoides. Se representa con el símbolo ♂ (Unicode: U+2642), un círculo con una flecha orientada hacia el cuadrante superior derecho, correspondiente al símbolo de Marte, dios romano representando por un escudo y una lanza. [ 1 ] ​
  • En sociología, se utiliza para denominar al género masculino, asignado tradicional y mayoritariamente al varón; define los roles y estereotipos relacionados con la condición de hombre y puede variar en distintas culturas. Se suele asociar a ciertas vestimentas, modos de lucir el cabello o el rostro, modos de hablar o caminar, roles sociales especialmente asignados, valores morales, etc.
  • En gramática se denomina género masculino a uno de los varios géneros gramaticales (femenino, masculino, neutro, ambiguo, común y epiceno) existentes en algunos idiomas, generalmente referidos a los sustantivos. En el caso de nombres de seres vivos, no siempre existe correlación entre el género gramatical y el sexo. [ 2 ] ​ La regla del masculino genérico, es una regla gramatical del idioma español, que prescribe utilizar el masculino cuando se mencionan grupos de cosas de ambos géneros: por ejemplo, «mañana deben votar los ciudadanos de este país». El género masculino no es necesariamente homogéneo entre distintos idiomas.

Aparato reproductor masculino

El aparato reproductor masculino es el encargado de garantizar la reproducción en el varón. Está formado por órganos internos y externos. Los principales órganos externos son los testículos, el epidídimo y el pene. Los testículos se alojan en el escroto o saco escrotal, formado por un conjunto de envolturas que los cubren y alojan. Las estructuras internas son los conductos deferentes y las glándulas accesorias que incluyen la próstata y las glándulas bulbouretrales. [ 1 ] ​

Los testículos producen espermatozoides y liberan a la sangre hormonas sexuales masculinas (testosterona). Un sistema de conductos que incluyen el epidídimo y los conductos deferentes almacenan los espermatozoides y los conducen al exterior a través del pene. En el transcurso de las relaciones sexuales se produce la eyaculación, que consiste en la liberación del líquido seminal o semen. El semen está compuesto por los espermatozoides producidos por los testículos y diversas secreciones de las glándulas sexuales accesorias.

Índice

Testículos

Son los principales órganos del sistema reproductor masculino. Producen las células espermáticas y las hormonas sexuales masculinas. Se encuentran alojados en el escroto o saco escrotal, que es un conjunto de envolturas que cubre y aloja a los testículos en el varón.

Es el órgano copulador masculino, que interviene, además, en la excreción urinaria. Está formado por el cuerpo esponjoso y los cuerpos cavernosos. En el interior del pene transcurre la uretra, una de cuyas funciones es depositar el esperma durante el coito, y con ello lograr la fecundación del óvulo de la mujer.

Cuerpo esponjoso

El cuerpo esponjoso es la más pequeña de las tres columnas de tejido eréctil que se encuentran en el interior del pene (las otras dos son los cuerpos cavernosos). Está ubicado en la parte inferior del miembro viril. El glande es la última porción y la parte más ancha del cuerpo esponjoso; presenta una forma cónica.

Su función es la de evitar que durante la erección, se comprima la uretra, conducto por el que son expulsados tanto el semen como la orina.

Cuerpos cavernosos

Los cuerpos cavernosos constituyen un par de columnas de tejido eréctil situadas en la parte superior del pene que se llenan de sangre durante la erección.

Epidídimo

El epidídimo está formado por la reunión y apelotonamiento de los conductos seminíferos. Se distingue una cabeza, cuerpo y cola que continúa con el conducto deferente. Tiene aproximadamente 5 cm de longitud por 12 mm de ancho. Desde el punto de vista funcional, los conductos del epidídimo son los responsables de la maduración y activación de los espermatozoides, proceso que requieren entre 10 y 14 días.

Conductos deferentes

Los conductos deferentes son un par de conductos rodeados de músculo liso, cada uno de 30 cm de largo, aproximadamente, que conectan el epidídimo con los conductos eyaculatorios, intermediando el recorrido del semen.

Vesículas seminales

Segrega un líquido alcalino viscoso que neutraliza el ambiente ácido de la uretra. En condiciones normales este líquido representa alrededor del 40% del semen. [ 2 ] ​

Conducto eyaculador

Los conductos eyaculadores son parte de la anatomía masculina; cada varón tiene dos de ellos. Comienzan al final de los conductos deferentes y terminan en la uretra. Durante la eyaculación, el semen pasa a través de estos conductos y es posteriormente expulsado a través de la uretra que recorre el pene y desemboca al exterior mediante el meato urinario.

Próstata

La próstata es un órgano glandular del aparato genitourinario, exclusivo de los hombres, con forma de castaña, localizada enfrente del recto, debajo y a la salida de la vejiga urinaria. Contiene células que producen parte del líquido seminal que protege y nutre a los espermatozoides contenidos en el semen.

Uretra

La uretra es el conducto por el que discurre la orina desde la vejiga urinaria hasta el exterior del cuerpo durante la micción. La función de la uretra es excretora en ambos sexos y también cumple una función reproductiva en el hombre al permitir el paso del semen desde las vesículas seminales hasta el exterior.

Glándulas bulbouretrales

Las glándulas bulbouretrales, también conocidas como glándulas de Cowper, son dos glándulas que se encuentran debajo de la próstata. Su función es secretar un líquido alcalino que lubrica y neutraliza la acidez de la uretra antes del paso del semen en la eyaculación. Este líquido puede contener espermatozoides (generalmente arrastrados), por lo cual la práctica de retirar el pene de la vagina antes de la eyaculación no es un método anticonceptivo efectivo.

El pene recibe la sangre arterial principalmente a través de la arteria pudenda interna que da origen a la arteria peneana común, la cual se divide en tres ramas: arteria bulbouretral, arteria dorsal del pene y arteria cavernosa o media del pene. El retorno venoso tiene lugar a través de tres sistemas: superficial, intermedio y profundo. [ 3 ] ​

La inervación somática motora y sensitiva tiene lugar mediante los nervios pudendos que también transporta las fibras del sistema nervioso simpático, mientras que las fibras del sistema nervioso parasimpático alcanzan el órgano a través de los nervios cavernosos que son los que hacen posible el proceso de erección. [ 3 ] ​

El gen SRY situado en brazo corto del cromosoma Y es el responsable de la diferenciación sexual como varón, haciendo que se desarrolle el tejido testicular. [ 4 ] ​ [ 5 ] ​ [ 6 ] ​

Hormonas sexuales masculinas

La principal hormona producida por el testículo es la hormona sexual masculina o testosterona. Esta sustancia se une a receptores androgénicos situados en diferentes lugares del organismo y producen numerosos efectos que pueden dividirse en varios grupos. [ 1 ] ​

  • Prenatales. Antes del nacimiento la testosterona es responsable del patrón de desarrollo masculino, del aspecto de los genitales externos y del descenso de los testículos desde el interior del abdomen.
  • Caracteres sexuales masculinos. Tanto el desarrollo de los genitales masculinos que tiene lugar en la pubertad como los caracteres sexuales secundarios, entre ellos el vello genital, desarrollo de la barba, crecimiento de la laringe y voz grave. Las hormonas sexuales masculinas son estimulantes del anabolismo, favorecen la síntesis de proteína y el desarrollo de los músculos y el hueso.
  • Función sexual. La testosterona estimula la producción de espermatozoides por el testículo (espermatogénesis) y el deseo sexual.

Erección

La erección del pene es un proceso complejo condicionado por diferentes factores psicológicos y los niveles de hormonas sexuales masculinas. En respuesta al estímulo sexual se produce liberación de moléculas neurotransmisoras en los cuerpos cavernosos que desencadenan la vasodilatación de las arterias y arteriolas que aportan sangre al órgano, provocando un aumento del flujo sanguíneo. Este hecho condiciona el rápido llenado de sangre y la distensión del sistema de sinusoides, lo que provoca la compresión de las venas que drenan el pene. La consecuencia final es el atrapamiento de sangre en los cuerpos cavernosos, haciendo que el pene aumente su consistencia y tamaño, pasando de una posición de flacidez a otra de erección. En el proceso son muy importantes las fibras del sistema nervioso parasimpático que liberan óxido nitroso, el cual actúa como vasodilatador al relajar la capa de músculo liso de los vasos arteriales. [ 7 ] ​

Eyaculación

El semen está formado por espermatozoides producidos por los testículos y líquido seminal que procede principalmente de la secreción de las vesículas seminales, próstata y glándulas bulbouretrales. La eyaculación media en la especie humana es de entre 2.5 y 5 cc y contiene entre 50 y 150 millones de espermatozoides por cc, por lo que en una eyaculación el hombre expulsa alrededor de 400 millones de espermatozoides. El líquido seminal facilita la movilidad de los espermatozoides y los protege del medio ácido de la uretra masculina y la vagina femenina. [ 1 ] ​

Vía seminal

La vía seminal es un sistema de conductos mediante los cuales se transportan los espermatozoides desde los testículos, donde se generan, hasta el exterior a través del semen. Está formada por las siguientes partes: [ 2 ] ​

  • Túbulos seminíferos. Situados en el testículo, es donde los espermatozoides inician su recorrido, a medida que avanzan se diferencian y adquieren movilidad.
  • Epidídimo. En el epidídimo los espermatozoides adquieren su capacidad de fecundación.
  • Conductos deferentes. Tienen la función de transportar con rapidez el semen en dirección a la uretra durante el sexo.
  • Conductos eyaculadores. Son dos conductos que parten de los conductos deferentes, atraviesan la próstata y desembocan en la uretra.
  • Uretra. Es un conducto compartido entre el aparato urinario y el reproductor. Recorre el pene y desemboca al exterior a través del meato urinario. Cuenta con dos esfínteres, uno externo y otro interno.

En la especie humana el aparato genital masculino puede presentar diversas enfermedades. Algunas de las más importantes son las siguientes: [ 8 ] ​

  • Pene.
    • Hipospadia. Malformación congénita en la que el meato urinario se localiza en una situación anómala. Se trata mediante cirugía.
    • Fimosis. Se produce cuando el orificio del prepucio es demasiado estrecho para dejar salir al glande. La intervención quirúrgica que se realiza para corregir este problema se llama circuncisión.
    • Enfermedad de La Peyronie. Enfermedad de causa desconocida que se caracteriza por la formación de una banda fibrosa que provoca la desviación o curvatura del pene durante la erección. [ 9 ] ​
    • Cáncer de pene. Tumor maligno poco frecuente en los países desarrollados. Si no se trata a tiempo puede poner en peligro la vida del individuo afectado.
    • Microfalosomía. El pene es de tamaño muy pequeño.
  • Testículo.
    • Hidrocele.
    • Varicocele. Son dilataciones venosas (várices) testiculares.
    • Criptorquidia. Consiste en el descenso incompleto de uno o ambos testículos a través del canal inguinal hacia el escroto.
    • Orquitis. Consiste en la inflamación, generalmente de causa infecciosa, de uno o ambos testículos.
    • Torsión testicular.
    • Cáncer de testículo. Es uno de los tipos de cáncer más frecuente en varones entre 20 y 35 años de edad. [ 10 ] ​
  • Próstata.
    • Hipertrofia benigna de próstata. Es un aumento de tamaño de la próstata no cancerígeno y por tanto de características benignas. Su incidencia aumenta con la edad, afectando hasta al 80% de los varones de más de 70 años. Puede provocar dificultad para el vaciamiento de la vejiga de la orina, goteo postmiccional y necesidad de ir a orinar frecuentemente (polaquiuria) [ 11 ] ​
    • Cáncer de próstata. Es uno de los tipos de cáncer más frecuente en varones, aparece generalmente después de los 50 años.
  • Anomalías funcionales.
    • Eyaculación precoz. Se define como una eyaculación que se produce de forma repetitiva con una estimulación sexual mínima, antes o poco después del inicio del acto sexual y previamente a lo que la persona afectada considera conveniente. Puede provocar angustia y dificultad en la relación con la pareja. [ 2 ] ​
    • Disfunción eréctil. Se define como la incapacidad persistente para conseguir la erección y/o mantenerla el tiempo suficiente para lograr una relación sexual satisfactoria. [ 12 ] ​
    • Infertilidad masculina. Se considera que existe infertilidad en una pareja cuando no se logra el embarazo después de relaciones sexuales regulares durante un período de 2 años sin la utilización de ningún procedimiento anticonceptivo. En aproximadamente la mitad de los casos la causa es disminución en la fertilidad del varón sola o asociada a disminución de la fertilidad en la mujer. Para estudiar la fertilidad masculina se utiliza la prueba denominada espermiograma en la que se realiza un recuento del número de espermatozoides por centímetro cúbico de semen. Si la cifra es inferior a 20 millones por centímetro cúbico, el resultado se clasifica como oligozoospermia. Cuando existe ausencia total se informa como azoospermia. [ 13 ] ​
  • Enfermedades de transmisión sexual. Entre ellas sifilis, gonorrea, infección por clamidia, infección por el virus del herpes genital e infección por el virus del papiloma humano.

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